Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa

Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua casa. O custo-benefício do seguro residencial pode compensar, especialmente para quem mora em locais de risco.

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Imagine viver em uma casa numa região com grande incidência de vendavais ou alagamentos. Ou então morar em um local onde o fornecimento de energia elétrica não seja muito estável, com picos de luz frequentes. Nesses casos, uma apólice para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena. O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando, quando muito, a 1% desse valor, ao passo que o seguro de carro costuma variar entre 3% e 9% do valor do veículo.

Além disso, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Por exemplo, quem mora em um apartamento no 15º andar certamente não precisa contratar uma cobertura para enchente ou vendaval. Mesmo assim, ao buscar um seguro, o segurado deve ler atentamente as exclusões no contrato, para se certificar de que os eventos que podem lhe ocorrer estão de fato cobertos.

A contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental. Vá até a RedeCash mais próxima de sua casa e converse com nossos consultores.

 

(Fonte: Exame.com)

Como aproveitar melhor o crédito consignado

O crédito consignado é uma boa opção para quem busca facilidade na hora de conseguir dinheiro, mas não pode pagar juros altos. Esse tipo de empréstimo possui juros mais baixos que o cheque especial, por exemplo, e também permite que as parcelas sejam descontadas diretamente na sua folha de pagamento.

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Mas, para não correr o risco, é necessário ficar atento e aproveitar a melhor maneira de ter esse crédito sem comprometer suas finanças. Veja as dicas abaixo:

1. Planeje
Antes de solicitar o crédito consignado, é necessário planejar todo o gasto mensal que você tem. Como as parcelas do empréstimo são descontadas na folha de pagamento, durante esse período, seu salário será reduzido. Outra dica importante é pesquisar as taxas oferecidas pelos bancos antes de fechar a negociação.

2. Pague as contas certas
Vale a pena utilizá-lo para pagar dívidas caras, como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial, por exemplo.

3.Conheça suas contas
Conhecendo a suas contas, fica mais fácil saber quanto você pode comprometer da sua renda por mês – o ideal é não comprometer mais do que 30%.

4. Dinheiro extra
Para se livrar dos juros, sempre que tiver um dinheiro extra – como férias, bônus e décimo terceiro -, procure quitar o empréstimo.

5. Aposentados
Os aposentados também tem devem estar atentos ao obter um crédito consignado, pois, boa parte desses consumidores são segurados do INSS e tem as parcelas descontadas diretamente de seus benefícios. É necessário também, conferir se a instituição está autorizada pelo INSS a fazer o consignado para os segurados e ficar atento para que não cobrem taxa de abertura de crédito dos aposentados e pensionistas.

6. Empréstimos de nome
Tenha bastante cuidado com empréstimo para amigos ou parentes, pois, caso a outra pessoa não pague as parcelas, quem vai ter que arcar com o prejuízo é quem emprestou.

Fonte: Infomoney

RedeCash chega a Governador Valadares

Na última sexta-feira (7), a RedeCash abriu as portas de mais uma franquia. E desta vez, quem recebeu os quatro produtos mais rentáveis do mercado financeiro foi a cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais, cidade a 320km de Belo Horizonte. O coquetel aconteceu à partir das 20h, com a presença de políticos, empresários, parceiros e clientes em potencial.

O presidente da RedeCash, Raphael Miranda, durante entrevista na inauguração da franquia

O presidente da RedeCash, Raphael Miranda, durante entrevista na inauguração da franquia

A empresária Leila Sodré tem experiência de 12 anos no mercado de correspondentes bancários. Ela apostou na RedeCash e mesmo antes de abrir a loja, já vendeu seu primeiro carro: um VW Saveiro ano 2013. “Tenho a visão de que hoje, é o melhor produto que temos pra trabalhar neste mercado altamente rentável. É desafiador”, afirma.

RedeCash Governador Valadares

RedeCash Governador Valadares

A RedeCash Governador Valadares fica na Avenida Brasil n°4345, no Centro. Contato pelo telefone (33) 3021-2576.

Porque você deve comprar um imóvel de qualquer maneira

Ainda que o aluguel seja mais vantajoso para você no momento, saiba por que comprar um imóvel algum dia é importante de qualquer jeito

São Paulo – Embora a casa própria seja um dos maiores sonhos do brasileiro, quem se preocupa em planejar bem as finanças frequentemente se questiona se é melhor morar dealuguel ou comprar um imóvel. Cálculos que mostram que o aluguel pode ser a saída financeiramente mais inteligente não faltam, mas talvez o sonho do brasileiro não seja um delírio coletivo. Por sinal, é economicamente bem inteligente, para quem quer ter independência financeira e uma aposentadoria tranquila. Ainda que morar de aluguel seja a melhor opção para você neste momento, entenda por que você deve se preparar para comprar um imóvel de qualquer maneira em algum momento da sua vida:

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1. Você vai sempre precisar de um teto

Parece óbvio, mas a decisão de comprar um imóvel deve levar em consideração não só questões financeiras, como questões práticas da vida. “Fazer contas para saber se é mais vantajoso comprar ou alugar é bom para uma empresa, mas não para uma família. Independentemente do que acontecer, a família vai precisar de um teto todo santo dia”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

O aluguel carrega em si um risco que pode ser alto, principalmente para quem tem filhos em idade escolar. Contratos de aluguel valem por 30 anos, e após este período, o proprietário pode pedir o imóvel de volta a qualquer momento, a menos que seja feito um novo contrato. Nesta última possibilidade, o aluguel provavelmente será revisto, em geral com reajuste acima da inflação.

No caso de o proprietário pedir o imóvel de volta, ele pode dar apenas um mês para você e sua família saírem. Ou seja, todos terão que sair da casa com a qual já estão acostumados, e talvez até mudar de estilo de vida, pois nem sempre há imóveis de qualidade perto de onde a sua vida acontece: a escola das crianças ou o trabalho dos pais, entre outras atividades.

Por isso, é possível que você tenha que se contentar com uma moradia mais cara ou de má qualidade. Fora a dor de cabeça do processo e os gastos que envolvem a mudança, como a possível compra de novos móveis, reconhecimentos de firma, e retirada de matrícula atualizada do imóvel do fiador, se for o caso.

De posse de um imóvel quitado, essa preocupação deixa de existir, e as mudanças normalmente poderão ser mais planejadas, pois envolvem a venda e a compra de um novo bem. Ainda que o imóvel seja financiado, as parcelas podem diminuir com o tempo, ficando, portanto, mais leves para o bolso.

2. Morar de aluguel não necessariamente significa independência

Morar de aluguel significa ter mobilidade. Se você ainda é jovem, em início de carreira e pode ter que mudar de emprego ou de cidade algumas vezes, provavelmente o aluguel será a melhor saída para você por enquanto. O imóvel próprio pode deixá-lo preso a um local, pois o trabalho e os custos envolvidos num processo de compra e venda são pesados.

Mas para quem já está estabelecido pessoal e profissionalmente e pretende ficar bastante tempo em um mesmo lugar, a compra muito pode ser a melhor saída. Isso porque a posse da própria moradia é uma peça fundamental da verdadeira independência financeira.

Alugar significa depender dos outros: do corretor, da administradora de bens, do proprietário e do fiador. Em cidades onde o mercado de locação é muito aquecido, com muitos inquilinos dispostos a matar e a morrer por uma moradia decente, pode ser bem difícil encontrar atendimento e atenção de qualidade nas imobiliárias.

Proprietários também podem ser cheios de problemas. “Quando estava vendo imóvel para alugar para minha família, encontrei um apartamento perto da escola dos meus filhos que pertencia a quatro irmãos. Imagina ter que negociar com quatro irmãos: sempre haverá um que não estará satisfeito”, observa Mauro Calil.

Fora que o locador pode se envolver em encrencas, como sofrer um processo judicial que ameace seus bens, repassar o valor do aluguel para terceiros de maneira inapropriada ou mesmo estar tentando alugar um imóvel que não é de fato seu, mas de alguém da sua família, o que não tem validade.

Caso o locatário não cheque direitinho todas essas questões, pode acabar entrando pelo cano, nem que seja na hora de declarar o imposto de renda. Ele pode pedir para ver a matrícula do imóvel que vai alugar e outros documentos comprobatórios, como eventuais procurações.

Mas por ser a parte mais fraca, o locatário fica com seu poder de negociação bastante reduzido. Caso o proprietário se recuse a colaborar, o candidato a inquilino vai acabar perdendo o imóvel, ou será pressionado a aceitar as condições que lhe foram dadas, porque “há outros interessados na fila”.

Especialistas em finanças recomendam que o jovem comece a poupar para a compra da casa própria assim que começar a trabalhar, ainda que por ora a transação não seja possível ou vantajosa financeiramente.

“Pode ser simplesmente para dar uma entrada, ou mesmo para pagá-lo à vista, desde que ele separe aquela quantia todo mês e diga ‘isso aqui é a minha casa’”, diz Mauro Calil. “O tempo é o senhor das finanças, e quanto mais tempo você tiver para poupar para a casa própria, menor será o seu esforço”, completa.

Calil acrescenta ainda que, depois de adquirir o imóvel, não é preciso ter pressa para mobiliar. “Comprar as coisas aos poucos é gostoso. Você vê a vida evoluir”, diz.

3. Você poderá ter algo efetivamente seu, de qualidade e com a sua cara

Por mais que um imóvel não quitado ainda não seja efetivamente seu, ele será mais seu do que um imóvel alugado jamais será. Enquanto paga as prestações você já pode reformá-lo ou decorá-lo a seu bel-prazer, além de consertar qualquer problema tão logo ele apareça. Não haverá a burocracia de se pedir a autorização de um proprietário – que pode, ainda por cima, ser irredutível nas exigências.

Além disso, os imóveis disponíveis para alugar, principalmente aqueles bem localizados nos grandes centros, costumam ser de má qualidade, tamanha a disposição dos inquilinos de morar “perto de tudo”, ainda que o imóvel não esteja nas melhores condições.

Outro problema são os imóveis que os proprietários querem alugar já mobiliados. Para quem tem mobília, só resta ser desapegado e se desfazer dela, ou desistir do apartamento, mesmo que ele pareça perfeito.

“É na casa própria que a pessoa tem a sensação de construir um lar. É onde ela vê a recompensa pelo esforço do seu trabalho”, diz Luiz Krempel, CFP, planejador financeiro certificado pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

4. Você terá que fazer “poupança forçada”

Esse motivo vale especialmente para quem tem dificuldade de poupar. A casa própria é um bom motivo para poupar – principalmente para quem já é inquilino e quer se livrar do aluguel o mais rápido possível. Mais do que isso: mesmo um financiamento pode ser encarado como uma “poupança forçada”, uma vez que obriga o mutuário a construir uma parcela significativa do patrimônio.

“Quem não tem o hábito de poupar, acaba conseguindo construir um patrimônio com o financiamento imobiliário. Além disso, não é muito fácil ou rápido vender um imóvel, o que é seguro para pessoas que não têm muito controle financeiro”, observa Krempel.

5. Você terá alguma estabilidade para momentos de dificuldades financeiras e para a aposentadoria, além de algo para deixar para seus filhos

Ter de encarar as parcelas de um financiamento em um momento de dificuldade financeira pode ser tão ruim quanto ter aluguel para pagar. Mas ter uma casa já quitada na maturidade traz estabilidade para a família. Isso porque, mesmo antes da aposentadoria, a empregabilidade cai, e a saúde para trabalhar a pleno vapor pode não ser mais a mesma. Ainda que a renda diminua, resta a segurança de se ter um teto.

Pesquisa do HSBC divulgada neste ano mostrou que o brasileiro se prepara muito mal para a aposentadoria e conta demais com os recursos da Previdência Social. Para piorar, os gastos com saúde na terceira idade se tornam ameaçadores. Não ter um imóvel próprio até lá complica demais a situação.

“Uma das grandes seguranças da aposentadoria é ter um imóvel próprio. Se você financia em 30 anos, o ideal é que o imóvel esteja quitado quando a aposentadoria começar. Aquele bem se torna parte do patrimônio da família e acaba ficando para os filhos, o que já é um conforto para os pais”, diz Luiz Krempel.

Em último caso, o imóvel pode ser vendido e trocado por um menor e mais barato, caso a família esteja desesperadamente precisando liberar recursos e cortar gastos.

Para Krempel, é difícil precisar a idade ideal para se comprar um imóvel, pois isso depende do estilo de vida e da carreira de cada um. Mas ele acredita que a hora certa de comprar seja quando a pessoa ou a família já tem alguma estabilidade na carreira e uma reserva de emergência, para não comprometer toda a poupança na transação.

Krempel admite ainda que na hora de planejar ter filhos é tentador querer encaminhar a compra da casa própria. Contudo, o especialista sugere ponderar bem a questão. “Da mesma forma que o aluguel é um risco, a prestação também é. Com todos os gastos que um filho pequeno gera, encarar um financiamento pode ficar muito pesado. O risco de perder o imóvel por falta de pagamento continua a existir. É preciso ter cuidados redobrados”, diz.

O planejador financeiro acrescenta que, caso venham mais filhos do que aqueles planejados inicialmente, o imóvel pode acabar ficando pequeno demais para a família.

(Fonte: Exame.com)

Camarote RedeCash em Criciúma

Os campeonatos estaduais de futebol terminaram ontem (19), e o campeão catarinense foi o Criciúma, único representante do Estado na série A do Campeonato Brasileiro deste ano.

Os empresários franqueados da RedeCash em Criciúma, Santa Catarina, são fanáticos por futebol e pelo time da cidade. Tanto que investiram na criação do Camarote RedeCash no estádio Heriberto Hülse, a casa do Criciúma EC.

A estreia do espaço aconteceu no dia 12, data da primeira partida das finais do Catarinense 2013, contra a Chapecoense. Na ocasião, funcionários, autoridades e empresários foram recebidos pela equipe RedeCash da cidade.

O estádio Heriberto Hülse lotado no primeiro jogo das finais do Catarinense 2013

O estádio Heriberto Hülse lotado no primeiro jogo das finais do Catarinense 2013

E o Camarote RedeCash deu muita sorte pra equipe da casa: o Criciúma venceu a primeira partida por 2 a 0, ganhando a vantagem pro segundo jogo, que acabou com placar de 1 a 0 pro time da Chapecoense.

Com os resultados, o Criciúma é o campeão estadual 2013.

Os convidados do Camarote RedeCash tem visão privilegiada do gramado

Os convidados do Camarote RedeCash tem visão privilegiada do campo

O Camarote RedeCash no estádio Heriberto Hülse continuará ativo durante todo o ano, recebendo convidados pros jogos do Campeonato Brasileiro da Série A.

RedeCash Criciúma

RedeCash Criciúma

A melhor linha de crédito para fechar a conta no fim do ano

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São Paulo – Dezembro e janeiro, além de serem meses de festas e férias para muitos, também são períodos de grandes despesas. Viagens, compras de Natal, material escolar,pagamento do décimo terceiro de empregados domésticos, IPTU, IPVA e matrículas são alguns dos gastos que deixam o orçamento mais pesado que o normal nessa época. Por isso, muitos consumidores acabam recorrendo a empréstimos para conseguir fechar as contas.

Se esse for o seu caso, vale a pena estudar quais linhas de crédito oferecidas no mercado podem ser mais vantajosos nesse momento. Veja a seguir.

Parcelamento direto com os cobradores

O IPTU e o IPVA podem ser pagos à vista ou em parcelas sem juros. Como os descontos obtidos pelo pagamento à vista muitas vezes são maiores que o rendimento de diversos investimentos, havendo recursos disponíveis para fazer o pagamento de uma só vez, o consumidor sairá ganhando.

Ao pagar o IPVA em três parcelas para deixar odinheiro investido na poupança, por exemplo, em três meses o rendimento obtido na caderneta seria de 1,27% (simulação da Calculadora do Cidadão referente ao período de setembro a novembro). O ganho é maior fazendo o pagamento à vista, uma vez que o desconto de 3% é superior ao rendimento da poupança.

Quando não há possibilidade de fazer o pagamento à vista, no entanto, o pagamento parcelado dos impostos é a melhor opção pois não há cobrança de juros, como ocorreria se fosse contratado um empréstimo.

Agências de turismo e lojas que vendem material escolar também costumam permitir que o pagamento seja parcelado. Apesar do parcelamento não ser intrinsecamente isento de juros (pois é possível pedir desconto para pagar à vista), eles costumam ser mais baratos do que os empréstimos em bancos.

Empréstimos pessoais

Se não houver condições de realizar o pagamento à vista ou parcelar diretamente com os cobradores, então resta contratar uma linha de crédito com as instituições financeiras.

Nesse caso, o crédito consignado será a melhor opção. Como nessa linha o desconto é feito diretamente da folha de pagamento, os bancos cobram juros menores por existirem mais garantias de que a dívida será honrada. O crédito consignado normalmente é disponibilizado para funcionários de grandes empresas, servidores públicos, aposentados e militares.

Segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa de juros média do crédito consignado atualmente é de 1,8% ao mês.

Quem não tiver direito ao crédito consignado deve pesquisar a linha mais vantajosa. “O empréstimo é de fato um produto e diferentes linhas em diferentes bancos podem ter custos bem diferentes”, afirma Ronaldo Gotlib, advogado especializado nas áreas de Direito do Consumidor e Direito do Devedor.

Gotlib acrescenta que no banco em que o cliente já possui relacionamento, ele pode obter juros menores. “Os bancos oferecem um crédito melhor para o cliente seguindo duas premissas: o relacionamento com banco e as garantias que eles têm sobre o pagamento por parte do cliente”, afirma.

Se for preciso contratar um crédito pessoal, vale ressaltar que as linhas oferecidas por financeiras podem ser as piores do mercado. Como essas instituições fazem empréstimos não só a clientes com perfil de crédito positivo, elas cobram altos juros para poder assumir mais riscos.

Linhas de crédito especializadas

Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac, afirma que os salários costumam cobrir apenas metade das despesas do final e do início do ano, segundo estudos feitos pela instituição. “Por isso, alguns bancos oferecem linhas de crédito específicas para clientes que precisam de crédito no final e no início do ano”, diz.

Segundo ele, essas linhas de crédito especiais costumam ter juros menores do que as do empréstimo pessoal. “Enquanto um empréstimo pessoal tem juros de 4,5% ou 5% ao mês, essas linhas terão juros de 3,5%”, explica.

A Caixa, por exemplo, oferece uma linha de crédito especial para viagens, o CDC Turismo. O empréstimo pode ser pago em até 24 meses e as taxas de juros são de 2,70% ao mês. O Itaú também possui uma linha de crédito para viagens. O prazo de pagamento é em até 48 meses e para o empréstimo ser liberado, o cliente precisa apresentar o comprovante de venda da agência de turismo, da companhia aérea ou outro documento que comprove as despesas com a viagem que deseja fazer. Os juros do empréstimo são definidos de acordo com o perfil do cliente.

Cartão de crédito e cheque especial

O cheque especial e o rotativo do cartão de crédito devem ser as últimas opções do consumidor. Apesar de fáceis de usar, pois o crédito cai automaticamente na conta, essas linhas têm as maiores taxas do mercado.

Franquias são opções seguras para quem deseja iniciar 2013 com negócio próprio

Na rabeira do sonho da casa própria, outro objetivo de vida, bastante semelhante, acompanha muitos brasileiros: o de abrir um negócio próprio. Com o aumento do poder aquisitivo da população nos últimos anos, a economia começa a revelar ainda mais esse desejo de empreender. Segundo pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), 99% das empresas do país são micro ou pequenas empresas, o que corresponde a mais de seis milhões, e esse número deve ser elevado a 8,8 milhões até 2015.

Franquia RedeCash: a única a oferecer quatro serviços altamente rentáveis: seguros, imóveis, crédito e veículos

Contribuindo fortemente com o cenário econômico nacional, as franquias têm se tornando um nicho cada vez mais importante e figuram entre as opções mais viáveis aos pequenos empreendedores – sem excluir, contudo, os grandes investidores. O setor tem apresentado crescimento muito acima do que o próprio PIB do país, com expectativa de alcançar os 16% ao fim de 2012, o que significa movimentação de mais de R$ 105 bilhões. Os dados foram divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), que também afirma ser o Brasil detentor de 2.213 marcas, 104 mil pontos de venda e ter gerado 936 mil empregos diretos neste ano. Para 2013, a entidade projeta crescimento de 15%, chegando a 2,4 mil marcas e movimentando mais de R$ 120 bilhões.

Diversos são os fatores apontados como razão para o fortalecimento do franchising no Brasil, entre eles, aumento do teto do Supersimples, expansão do crédito para abertura de empresas, segurança do negócio já formatado, conhecido e com suportes necessários e valores de investimentos e retornos atrativos, além de uma taxa de mortalidade de apenas 15%, contra 80% dos demais negócios. Outro ponto que tem colaborado é a diversificação das ofertas, já que, atualmente, poucos são os segmentos de mercado que não possuem alguma marca forte atuando no sistema de franquias.

(Com informações do site suafranquia.com)